Estudos de Oxford indicam que vacina da AstraZeneca é eficaz contra variante brasileira

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A vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZenca está sendo administrada no Brasil Resultados preliminares apontam que o imunizante não precisará ser modificado para proteger contra a cepa; pesquisa completa deve ser divulgada ainda em março Dados preliminares de um estudo realizado pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, apontam que a vacina desenvolvida pelo centro de ensino em parceria com a AstraZeneca é eficaz contra a variante brasileira do coronavírus encontrada em Manaus, no Amazonas. A cepa, apelidada de “P.1“, carrega mutações que tornam o vírus mais contagioso e mais resistente aos anticorpos da doença. Os dados indicam que a vacina não precisará ser modificada para se proteger contra a variante, conforme apurou o repórter Rodrigo Viga, da Jovem Pan. Segundo a fonte com conhecimento da pesquisa, que não forneceu dados concretos sobre a eficácia, o estudo completo deve ser divulgado ainda este mês. A reportagem também entrou em contato com a Fundação Os

Gêmeas se abraçam após parto e fotos emocionam

 Liz e Beatriz nasceram de 37 semanas e estavam em placentas diferentes durante a gestação.



A imagem de uma bebê abraçando sua irmã gêmea, logo após o parto, emocionaram a mãe das crianças e a equipe médica que acompanhou o procedimento. As gêmeas Liz e Beatriz nasceram de 37 semanas e estavam em placentas diferentes durante a gestação.

Liz, que nasceu primeiro e, ao ver a irmã vir ao mundo, não hesitou em colocar os bracinhos ao redor de Beatriz, ainda na sala de parto. “Liz abraçou a Beatriz como se fosse um ‘ufa mana, você está aqui fora comigo’”, conta a mãe, Luana Guimarães. Elas nasceram em Balneário Camboriú.

O momento foi registrado pela fotógrafa especializada em partos, Bruna Costa. Ela compartilhou as imagens em uma rede social. “Vai ser tão especial quando elas verem esse momento, no futuro”, comentou.

Os pais Luana e Augusto Guimarães já têm outros três filhos: Samuel, Ester e a pequena Mariah, que perdeu o posto de caçula da família.

“Já estou sentindo como é ser mãe de gêmeas, vamos ver como será assim que chegar em casa. Creio que a adaptação será tranquila mais com meus dois mais velhos, e um pouco mais difícil com a mais novinha”, conta Luana.

A família veio do Rio Grande do Sul e atualmente mora em Camboriú. Luana conta que eles sempre sonharam com uma família grande, e planejavam o quarto filho este ano. “Porém veio um pouco antes e grande surpresa, gêmeas.

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